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Seção 8 - Distúrbios da Boca e dos Dentes

Capítulo 94 - Distúrbios dos Dentes

Para manter os dentes saudáveis, deve-se eliminar a placa bacteriana diariamente com uma escova dental e fio dental. Além disso, para reduzir o risco de cárie dentária, deve-se limitar a quantidade de açúcar consumido. Felizmente, a água fluoretada ajuda a reduzir esse risco. A limitação do consumo de tabaco e de álcool também ajuda a manter a boca e os dentes saudáveis. O tabaco (fumado, mascado ou consumido de outra forma) piora as doenças gengivais. O tabaco, o álcool e, sobretudo, a combinação dessas duas substâncias podem causar o câncer bucal.

Cáries

As cáries são áreas dos dentes que perderam substância como conseqüência de um processo que dissolve gradualmente a superfície externa e endurecida do dente (esmalte) e avança em direção ao seu interior. Juntamente com o resfriado comum e as doenças gengivais, as cáries encontram-se entre os problemas da saúde mais comuns. Se não forem tratadas adequadamente por um dentista, elas continuam a aumentar. Em última instância, uma cárie não tratada acarreta a perda do dente.

Causa

Para que uma cárie ocorra, o dente deve ser suscetível, deve haver presença de bactérias produtoras de ácido e deve haver alimento disponível para a nutrição e o desenvolvimento bacteriano. O dente suscetível é aquele que tem relativamente pouco flúor ou que apresenta depressões, sulcos ou fissuras pronunciadas que retêm a placa bacteriana (a coleção de bactérias que se acumulam nos dentes). Embora a boca contenha uma grande quantidade de bactérias, apenas alguns tipos causam a cárie. A bactéria mais comum responsável pela cárie é o Streptococcus mutans. A cárie desenvolve-se de modo diferente de acordo com a sua localização no dente. A cárie da superfície lisa é a cárie de desenvolvimento mais lento e representa o tipo mais evitável e reversível. Na cárie da superfície lisa, a lesão inicia como uma mancha branca onde existem bactérias que dissolvem o cálcio do esmalte.

A cárie de superfície lisa entre os dentes geralmente inicia entre os vinte e os trinta anos de idade. A cárie de depressão e de fissura geralmente inicia-se na adolescência em dentes permanentes, localiza-se nos estreitos sulcos da superfície de mastigação dos molares, ao lado das bochechas e desenvolve-se rapidamente. Muitos indivíduos não conseguem limpar de modo adequado essas áreas propensas à formação de cáries porque os sulcos são mais estreitos que as cerdas da escova dental. A cárie da raiz começa na capa de tecido ósseo que cobre a raiz (cimento), quando esta torna-se exposta devido à retração gengival. Geralmente, ela ocorre em indivíduos de meia-idade ou mais velhos.

Esse tipo de cárie quase sempre é decorrente da dificuldade para limpar as áreas das raízes e de uma dieta rica em açúcar. A cárie da raiz pode ser o tipo mais difícil de ser prevenido. Na cárie do esmalte, a camada externa e dura do dente, progride lentamente. Após penetrar a segunda camada do dente (a dentina, um material mais macio e menos resistente), a cárie dissemina-se mais rapidamente, avançando em direção à polpa, a parte mais interna do dente, que contém os nervos e os vasos sangüíneos. Embora uma cárie possa levar dois ou três anos para penetrar no esmalte, ela pode avançar da dentina até a polpa (uma distância muito maior) em pouco tempo, mesmo em um ano. Por essa razão, a cárie da raiz que inicia na dentina pode destruir uma grande parte da estrutura do dente em um curto período.

Sintomas

Nem toda dor de dente é causada por cáries. As dores de dente podem ser resultantes da exposição de raízes não cariadas, de uma mastigação muito vigorosa ou de fraturas de dentes. A congestão dos seios da face pode fazer com que os dentes superiores se tornem sensíveis. Geralmente, uma cárie do esmalte é indolor. A dor ocorre quando ela atinge a dentina. O indivído pode sentir dor somente ao ingerir alguma bebida gelada ou ao comer um doce. Isto indica que a polpa ainda está saudável. Se a cárie for tratada nesse estágio, o dentista poderá salvar o dente e é muito provável que o indivíduo não mais sentirá dor ou dificuldade para mastigar. Uma cárie que aproxima-se ou atinge a polpa causa um dano irreversível.

Como as Cáries se Desenvolvem

A ilustração à esquerda mostra um dente sem cáries; a ilustração à direita mostra um dente com os três tipos de cáries.

A dor persiste mesmo após a remoção do estímulo (p.ex., água gelada). O dente pode doer mesmo na ausência de estimulação (dor de dente espontânea). Quando a polpa é invadida por bactérias e morre, a dor pode cessar temporariamente. Contudo, em um curto período (horas a dias), o dente torna-se sensível quando a pessoa morde ou quando a língua ou um dente pressiona o local, pois a inflamação e a infecção disseminaram-se até um ponto um pouco além da extremidade da raiz, causando a formação de um abcesso (acúmulo de pus). O pus que se acumula em torno do dente tende a forçá-lo para fora de seu soquete (alvéolo). A mordida o empurra de volta ao seu lugar, produzindo uma dor intensa. O pus pode continuar a acumular-se, causando aumento de volume da gengiva adjacente, ou pode disseminar-se mais amplamente através da mandíbula (celulite), drenando no interior da boca ou mesmo através da pele próxima à mandíbula.

Diagnóstico e Prevenção

Se uma cárie for tratada antes de provocar dor, a possibilidade de uma lesão pulpar diminui e uma parte maior da estrutura do dente será salva. Para detectar cáries precocemente, o dentista deve questionar o indivíduo sobre a ocorrência de dor, deve examinar os dentes, fazer uma sondagem dos dentes com instrumentos odontológicos para testar áreas de sensibilidade e de dor e pode realizar radiografias. Todos devem se submeter a um exame odontológico a cada seis meses, não sendo obrigatória a realização de radiografias. Dependendo da avaliação do dentista sobre a dentição do indivíduo, podem ser realizadas radiografias a cada 12 a 36 meses. Existem cinco estratégias gerais que são fundamentais na prevenção de cáries: uma boa higiene oral, uma alimentação adequada, o flúor, selantes e a terapia antibacteriana.

Higiene Oral

Uma boa higiene oral, que inclui a escovação antes ou após o desejum e antes de dormir e o uso de fio dental diariamente para a remoção de placa, pode controlar eficazmente a cárie das superfícies lisas. A escovação impede a formação de cáries nos lados dos dentes e o fio dental atinge locais entre os dentes que a escova não consegue atingir. Um estimulador gengival com ponta de borracha pode ser utilizado para eliminar os resíduos alimentares alojados nas bordas gengivais e nas superfícies dentais voltadas para os lábios, bochechas, língua e palato. Para um indivíduo com uma destreza manual normal, a escovação adequada leva apenas 3 minutos, aproximadamente. Inicialmente, a placa é bem macia e a sua remoção com uma escova de dentes com cerdas macias e fio dental, pelo menos uma vez por dia, torna a ocorrência de cárie improvável. Quando a placa calcifica, um processo que inicia após aproximadamente 24 horas, a sua remoção torna-se mais difícil.

A Linguagem dos Dentistas

Como a maioria das pessoas chama...
Como os dentistas chamam...
Dente de adulto
Dente permanente
Dente de leite
Dente decíduo
Dentes de trás
Molares
Mordida
Oclusão
Aparelhos
Aparelhos ortodônticos, fios e elásticos
Coroa
Coroa
Cáries
Cáries
Limpeza
Profilaxia
Obturação
Restauração
Dentes da frente
Incisivos e caninos
Gengiva
Gengiva
Doença das gengivas
Doença periodontal, periodontite
Lábio leporino
Fenda labial
Gás hilariante
Óxido nitroso
Maxilar inferior
Mandíbula
Dentadura
Prótese removível total ou parcial
Céu da boca
Palato
Dentes laterais
Bicúspides
Amálgama
Restauração com amálgama
Tártaro
Cálculo
Mordida anormal
Má oclusão
Maxilar superior
Maxilar

Dieta

Embora todos os carboidratos possam ser, até um certo grau, causadores da cárie dentária, os principais responsáveis são os açúcares. Todos os açúcares simples exercem o mesmo efeito sobre os dentes, incluindo o açúcar de mesa (sacarose) e os açúcares contidos no mel (levulose e dextrose), nas frutas (frutose) e no leite (lactose). Sempre que o açúcar entra em contato com a placa, bactérias da espécie Streptococcus mutans presentes na mesma produzem ácido durante cerca de 20 minutos. A quantidade de açúcar ingerido é irrelevante; a quantidade de tempo que ele permanece em contato com os dentes é a questão importante.

Portanto, consumir um refrigerante açucarado durante uma hora causa mais danos que consumir uma barra de chocolate em 5 minutos, apesar da barra de chocolate conter mais açúcar. Um indivíduo com propensão a cáries deve consumir alimentos doces com menor freqüência. O enxágüe da boca após a ingestão de uma refeição rápida remove parte do açúcar e a escovação dos dentes é mais eficaz. Também pode ser útil o consumo de refrigerantes adoçados com adoçantes artificiais, apesar dos refrigerantes dietéticos do tipo cola conterem ácidos que promovem a cárie dentária. O hábito de beber chá ou café sem açúcar também pode ajudar a evitar a formação de cáries, particularmente sobre as superfícies de raízes expostas.

Flúor

O flúor pode tornar os dentes, sobretudo o esmalte, mais resistentes ao ácido que contribui para a formação de cáries. O flúor ingerido é particularmente eficaz até aproximadamente os 11 anos de idade, quando se completa o crescimento e o endurecimento dos dentes. A fluoretação da água é o modo mais eficaz para se fornecer flúor às crianças e, atualmente, mais de metade da população dos Estados Unidos consome água com uma quantidade de flúor suficiente para reduzir a incidência de cáries dentárias. No entanto, se a água potável contiver uma quantidade excessiva de flúor, os dentes podem manchar ou apresentar uma alteração de cor. Se a água potável consumida pela criança não tiver uma quantidade suficiente de flúor, o médico ou dentista deve prescrever gotas ou comprimidos de flúor. O dentista pode aplicar flúor diretamente sobre os dentes de indivíduos de qualquer idade que apresentam propensão a cáries. O uso de pastas dentifrícias contendo flúor também é útil.

Selantes

Os selantes podem ser utilizados na proteção de sulcos dos dentes posteriores difíceis de serem alcançados. Após a limpeza da área a ser selada, o dentista prepara o esmalte e aplica um líquido plástico no interior e sobre os sulcos dos dentes. Quando o líquido endurece, ele forma uma barreira tão eficaz que as bactérias presentes no interior de um sulco param de produzir ácido, pois é impossível elas entrarem em contato com os alimentos. Os selantes duram bastante tempo, aproximadamente 90% dele permanecem após um ano e 60% após dez anos. No entanto, a reparação ou a substituição ocasional pode ser necessária.

Tratamento Antibacteriano

Alguns indivíduos alojam na boca algumas bactérias causadoras de cáries particularmente ativas. Um dos genitores pode transmitir essas bactérias para o filho, provavelmente através do beijo. As bactérias proliferam na boca da criança após a eclosão da primeira dentição e podem causar cáries. Portanto, a propensão a cáries observada em determinadas famílias não reflete necessariamente uma má higiene bucal ou maus hábitos alimentares. Para aqueles que apresentam uma grande propensão a cáries, pode ser necessária a instituição de um tratamento antibacteriano. Primeiramente, o dentista remove as cáries e sela todas as depressões e fissuras nos dentes. Em seguida, ele prescreve um enxágüe bucal com uma substância potente (clorexidina) durante algumas semanas para matar as bactérias existentes em qualquer placa remanescente. A esperança é que bactérias menos nocivas substituam as bactérias causadoras de cáries. Para manter as bactérias sob controle, o indivíduo pode utilizar enxágües diários com flúor e mascar gomas contendo xilitol.

Tratamento

Se a cárie for interrompida antes de atingir a dentina, o esmalte poderá sofrer um processo de auto-reparação e, conseqüentemente, a mancha branca do dente desaparece. Contudo, se a cárie atingir a dentina, a parte cariada do dente deve ser removida e substituída por uma restauração. O tratamento da cárie em estágio inicial ajuda a manter a força do dente e reduz a possibilidade de lesão pulpar.

Tratamento de Canal de Raiz para um Dente Muito Danificado

1. O dente é anestesiado.
2. Um dique de borracha é colocado em torno do dente, para isolá-lo das bactérias presentes no restante da boca.
3. É feito um orifício através da superfície mastigatória de um dente posterior ou através da face lingual de um dente da frente.
4. Instrumentos finos são introduzidos através do orifício, no interior do espaço do canal da polpa, e toda a polpa restante é removida.
5. O canal é limado e drenado desde a raiz até a extremidade da raiz.
6. O canal é selado com um material de restauração.


Restaurações

As restaurações são feitas de vários materiais e podem ser colocadas na base cavitária ou ao seu redor. O amálgama de prata é o material mais utilizado nas restaurações dos dentes posteriores, onde a resistência é importante e a cor de prata passa relativamente despercebida. O amálgama de prata é relativamente barato e dura em média quatorze anos. As restaurações de ouro (incrustrações) são mais caras e requer no mínimo duas visitas ao dentista. No entanto, elas são mais fortes e podem ser utilizadas em cavidades muito grandes.

As restaurações de resinas compostas e de porcelana são aplicadas nos dentes da frente, onde a prata seria muito visível. As restaurações dos molares com esses compostos são cada vez mais freqüentes e a vantagem que elas apresentam é a semelhança com a cor dos dentes. No entanto, elas são mais caras que as de amálgama de prata e não duram tanto, sobre tudo nos molares que são submetidos à força da mastigação. O ionômero de vidro, uma restauração com a cor do dente, é formulado para liberar flúor assim que é colocado e isto representa um benefício para aqueles que apresentam uma propensão a cáries ao nível da gengiva. O ionômero de vidro também é utilizado na restauração de áreas lesadas pela escovação excessiva.

Coroas, Pontes e Implantes


Tratamento de Canal e Extração Dentária

Quando a cárie dentária aprofunda-se o suficiente para lesar a polpa de forma permanente, a única maneira para se eliminar a dor é a remoção da pulpa através do canal (endodontia) ou a extração do dente. Os dentes posteriores submetidos a um tratamento de canal são mais bem protegidos por uma coroa, que substitui toda a superfície mastigatória. O método de restauração para os dentes da frente submetidos a um tratamento de canal depende da quantidade restante do dente. Raramente, uma ou duas semanas após um tratamento de canal, o indivíduo pode apresentar febre, cefaléia e inflamação do maxilar, do assoalho da boca ou da garganta. Se o indivíduo apresentar essas complicações, ele deverá ser examinado por um dentista ou um médico. Se o dente foi extraído, ele deverá ser substituído o mais breve possível. Caso contrário, os dentes vizinhos podem mudar de posição, alterando a mordida.

A substituição pode ser uma ponte (uma prótese fixa parcial, na qual os dentes laterais ao dente ausente são recobertos por coroas) ou uma prótese removível. Implantes também podem ser utilizados para substituir os dentes perdidos. A coroa é uma restauração encaixada sobre um dente. Geralmente, para que uma coroa seja bem moldada, são necessárias duas visitas ao dentista, embora, em alguns casos, sejam necessárias várias sessões. Na primeira visita, o dentista prepara o dente, afilando-o ligeiramente, tira um molde do dente preparado e coloca uma coroa temporária. Em seguida, uma coroa permanente é encomendada ( a partir do molde) a um laboratório de próteses dentárias. Na visita seguinte, a coroa temporária é removida e a coroa permanente é cimentada sobre o dente preparado. Em geral, as coroas são confeccionadas com uma liga de ouro ou outro metal. Pode-se utilizar a porcelana para ocultar a cor do metal. As coroas também podem ser totalmente de porcelana, mas, por tratar-se de um material mais duro e mais abrasivo que o esmalte dental, ela pode causar desgaste do dente oposto. As coroas de porcelana ou de um material similar também apresentam uma tendência levemente maior de romper do que as de metal.

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Pulpite

A pulpite é uma inflamação dolorosa da polpa dentária, a parte mais interna do dente que contém os nervos e os vasos sangüíneos.

Causas

A causa mais comum de pulpite é a cárie dentária e a segunda é a lesão. Como a polpa encontra- se no interior do dente, ela não possui espaço para aumentar de volume quando inflama e, por essa razão, ela aumenta a pressão dentro do dente. Se uma inflamação discreta for tratada adequadamente, ela não produzirá um dano irreversível no dente. No entanto, uma inflamação grave destrói a polpa. O aumento da pressão pode forçar a polpa até a extremidade da raiz, podendo lesar o maxilar e os tecidos vizinhos.

Sintomas e Diagnóstico

A pulpite causa uma dor de dente intensa. Para determinar se a polpa encontra-se saudável o suficiente para poder ser salva, o dentista realiza certos testes. Por exemplo, ele aplica um estímulo frio e se a dor resultante do estímulo parar alguns segundos após a remoção do estímulo frio, a polpa ainda está sadia. O dentista pode salvá-la através da remoção da parte lesada do dente, realizando, a seguir, uma restauração. No entanto, quando a polpa está tão afetada que é impossível ser salva, a dor persistirá após a remoção do estímulo frio ou pode ocorrer espontaneamente. O dentista também pode usar um estimulador elétrico que indica a vitalidade da polpa, mas não se ela está saudável. A polpa está viva quando o paciente sente a pequena descarga elétrica aplicada ao dente. Freqüentemente, a sensibilidade à percussão de um dente significa que a inflamação se disseminou para os tecidos e ossos circunjacentes. As radiografias podem confirmar as cáries e mostrar se a inflamação causou a perda de tecido ósseo em torno da raiz do dente.

Tratamento

A pulpite desaparece quando a causa é tratada. Quando a pulpite é detectada precocemente, uma restauração temporária contendo um sedativo pode eliminar a dor. Essa restauração pode ser mantida no local durante seis a oito semanas e, em seguida, ela deve ser substituída por uma restauração permanente. Algumas vezes, uma restauração permanente pode ser realizada imediatamente. Quando a lesão pulpar é extensa e não pode ser revertida, o único meio para se eliminar a dor é a remoção da polpa, através de um tratamento de canal ou de uma extração dentária .

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Abcesso Periapical

O abcesso periapical é uma coleção de pus, geralmente em decorrência de uma infecção que se disseminou a partir de um dente aos tecidos vizinhos.

Causa

O organismo combate uma infecção com um grande número de leucócitos (glóbulos brancos); o pus é o acúmulo desses leucócitos e de tecido morto. Geralmente, o pus de uma infecção dentária drena inicialmente para o interior das gengivas, de modo que elas aumentam de volume próximo à raiz do dente. Dependendo da localização do dente, o pus poderá drenar então para a pele, para a boca, para a garganta ou para o crânio.

Tratamento

O dentista trata um abcesso ou uma celulite através da eliminação da infecção e da drenagem do pus, que exige uma cirurgia bucal ou um tratamento de canal. Freqüentemente, o dentista prescreve antibióticos para ajudar na eliminação da infecção, mas a remoção da polpa doente e a drenagem do pus são mais importantes.

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